taxa de juros – HOMOLOG ABC Apartamentos https://dev.abcapartamentos.com.br Nós temos o endereço do seu novo Apê! Wed, 09 Jul 2025 21:23:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.4 TAXA DE EVOLUÇÃO DE OBRA DA CAIXA: ENTENDA DE UMA VEZ POR TODAS E EVITE SURPRESAS! https://dev.abcapartamentos.com.br/teo-oquee/ Wed, 09 Jul 2025 21:23:24 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=14120 Comprar um apartamento na planta é o sonho de muitas famílias. Mas, em meio à empolgação, surge um termo que pode gerar dúvidas: a Taxa de Evolução de Obra (TEO), também conhecida como “juros de obra”. Se você vai financiar seu imóvel pela Caixa Econômica Federal, é fundamental entender essa cobrança para evitar surpresas no seu orçamento.

Não se preocupe! A ABC Apartamentos está aqui para desmistificar a TEO e te ajudar a planejar suas finanças com segurança até a entrega das chaves do seu novo lar.

 

O Que É a Taxa de Evolução de Obra (TEO)?

A Taxa de Evolução de Obra é uma cobrança mensal feita pela Caixa Econômica Federal durante o período de construção do seu imóvel. Ela serve para remunerar o banco pelo dinheiro que ele está liberando progressivamente para a construtora continuar a obra.

Pense assim: Você comprou um apartamento na planta por R$ 300.000,00 e financiou R$ 240.000,00 pela Caixa. Enquanto o prédio está sendo construído, a Caixa não libera os R$ 240.000,00 de uma vez para a construtora. Ela libera o dinheiro aos poucos, conforme as etapas da obra avançam (fundação, estrutura, acabamento, etc.). A TEO é o valor que você paga pelo “juro” sobre a parte do dinheiro que o banco já liberou até aquele momento.

Vamos supor que a Caixa liberou 5% do valor do financiamento para a construtora, a Caixa vai te cobrar o juros proporcional dos 5% que foi repassado, o valor vai aumentando gradativamente a medida que a obra sobe, um bom norte é se basear na sua parcela , se sua parcela é 1500, os 5% seria R$ 75,00 de taxa de evolução de obras, podendo chegar a 100% do valor da parcela nos últimos meses de obra, não há uma tabela fixa ou pre determinada exata pois depende do andamento da obra.

 

Como a TEO é Calculada e Cobrada pela Caixa?

O cálculo da TEO é proporcional ao andamento da obra.

  1. Acompanhamento da Obra: O banco faz medições periódicas da evolução da construção (geralmente mensais).
  2. Liberação Progressiva: Com base nessas medições, a Caixa libera uma nova parcela do financiamento para a construtora.
  3. Cálculo da TEO: Você pagará juros sobre o total do valor financiado que já foi liberado até aquele mês.
    • Exemplo Simples: Se o banco já liberou 10% do seu financiamento no primeiro mês, você paga juros sobre 10% do valor total. No segundo mês, se liberou mais 5%, você paga juros sobre 15% do valor total, e assim por diante.
  4. Crescimento Progressivo: Por isso, o valor da Taxa de Evolução de Obra tende a aumentar a cada mês, até a conclusão da obra, pois o montante do financiamento liberado vai crescendo.

Importante: A TEO não abate o saldo devedor do seu financiamento. Ela é apenas um “juro de obra”. Você só começa a pagar as parcelas do seu financiamento (que amortizam o saldo devedor) após a entrega das chaves e a averbação do “Habite-se”.

 

Até Quando Você Paga a Taxa de Evolução de Obra?

Você paga a TEO desde a assinatura do contrato de financiamento com a Caixa até a entrega das chaves do apartamento e a averbação do “Habite-se” (documento que comprova que a obra foi concluída e está apta a ser habitada).

Após a averbação do “Habite-se”, o banco entende que a obra foi concluída e que o valor total do seu financiamento foi liberado para a construtora. A partir daí, a TEO deixa de ser cobrada, e você começa a pagar as parcelas normais do seu financiamento imobiliário.

 

Principais Dúvidas e Como Evitar Surpresas:

  • Atraso na Obra: O que acontece se a obra atrasar? Se a construtora atrasar a entrega, você continua pagando a TEO. Nesses casos, é fundamental buscar seus direitos, pois a cobrança de juros de obra após o prazo de entrega pode ser indevida, e a construtora pode ser responsabilizada caso passe o período máximo dos 180 dias além do prazo oficial de entrega.
  • Valor da TEO: Não há um valor fixo. Ele depende do valor do seu financiamento e do ritmo da obra
  • Minha Casa Minha Vida (MCMV) e TEO: Sim, os financiamentos do MCMV, Crédito Associativo ou SBPE também pagam a Taxa de Evolução de Obra, qualquer projeto que financie durante a obra com a Caixa. As regras são as mesmas.
  • TEO + parcela da construtora: Não esqueça que além da taxa de evolução de obras durante a obra você também paga a parcela da construtora, é sempre importante verificar se cabe no seu orçamento as duas parcelas. O Fluxo de pagamento da construtora muda de construtora para construtora de acordo com o projeto.

 

A Taxa de Evolução de Obra é uma realidade do financiamento na planta, mas não precisa ser um mistério ou motivo de preocupação excessiva. Com o planejamento correto e o acompanhamento de uma consultoria especializada, você pode se organizar financeiramente para essa fase.

Na ABC Apartamentos, nós te auxiliamos a:

  1. Simular todos os custos: Incluindo uma estimativa da TEO, para que você tenha uma visão clara do seu orçamento.
  2. Entender o cronograma de obra: Para prever o período de pagamento da taxa.

Não deixe que a Taxa de Evolução de Obras seja uma surpresa desagradável no seu caminho para a casa própria em Santo André. Fale com a ABC Apartamentos agora mesmo pelo WhatsApp (11 4251-0027)

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COM ALTA DA SELIC E QUEDA NA POUPANÇA, CAIXA ELEVA JUROS PARA COMPRA DE IMÓVEIS https://dev.abcapartamentos.com.br/alta-selic/ Wed, 08 Jan 2025 00:48:10 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=13432 Aumento da taxa varia de 1 a 2 pontos percentuais a depender da modalidade

A Caixa Econômica Federal anunciou um aumento nos juros do financiamento imobiliário com recursos da poupança. Desde o dia 2 de janeiro, as taxas subiram entre 1 e 2 pontos percentuais, variando conforme a modalidade de crédito.

Para operações no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), que financia imóveis de até R$ 1,5 milhão, as taxas passaram a considerar a Taxa Referencial (TR) acrescida de 10,99% a 11,49% ao ano. No caso do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), destinado a imóveis acima de R$ 1,5 milhão, os juros subiram para TR + 11,87% a 12% ao ano.

Até dezembro, os juros variavam de TR + 8,99% a TR + 9,99%, dependendo do enquadramento no SFH ou SFI.

Na linha de crédito Poupança Caixa, os juros eram a remuneração da poupança acrescida de 3,10% a 3,99% ao ano, mas agora variam entre 4,12% e 5,06% ao ano.

Essa mudança ocorre em um cenário de alta da taxa Selic, que chegou a 12,25% e pode atingir 14,25% até março. Além disso, há queda nos depósitos da poupança, uma das fontes mais acessíveis para financiamento habitacional.

Regras mais rígidas
No final do ano passado, a Caixa ajustou as condições de crédito no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), aumentando a entrada mínima de 20% para 30% do valor do imóvel. Também foram lançadas modalidades com juros atrelados ao CDI, impactados diretamente pela Selic.

Apesar do aumento, o programa Minha Casa Minha Vida, que beneficia famílias com renda de até R$ 8 mil e imóveis de até R$ 350 mil, não foi afetado.

Movimento do mercado
O aumento das taxas não é exclusivo da Caixa. Em 2024, bancos privados como Itaú e Santander iniciaram ajustes em seus financiamentos imobiliários, também devido à alta da Selic.

Com a Selic subindo de 10,50% para 12,25% e previsão de novos aumentos, a pressão sobre o crédito habitacional deve continuar.

Em nota, a Caixa declarou que a definição das taxas é baseada em “análise de fatores mercadológicos e conjunturais”, respeitando as condições prudenciais do mercado.

 

 

 

FONTE: EXAME – LER NA INTEGRA 
Agência de notícias

 

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MERCADO IMOBILIÁRIO DEVE SEGUIR CRESCENDO EM 2024 https://dev.abcapartamentos.com.br/mercado-imobiliario-2024/ Sat, 08 Jun 2024 22:01:46 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=12469 A redução da taxa Selic tem impacto na melhora das vendas, na retomada das margens e na geração de caixa do setor imobiliário.

A Selic, taxa básica de juros, iniciou em 2023 um ciclo de queda e chegou ao seu menor patamar em dois anos: 10,75% ao ano. Para o fim de 2024, a expectativa do mercado é que a taxa básica de juros chegue a 9% ao ano. Principal instrumento de controle da inflação, a Selic afeta o mercado como um todo. Com a redução da taxa, o crédito fica mais barato, impactando o consumo, o acesso ao crédito por parte de pessoas físicas e jurídicas e os indicadores econômicos.

 

A redução da taxa tem impacto na melhora das vendas, na retomada das margens e na geração de caixa do setor imobiliário. Especialistas apontam um novo boom imobiliário no país, especialmente na cidade de São Paulo, com opções para todos os tipos de investidores. Levantamentos apontam para a entrega de 818 mil condomínios na cidade, praticamente o dobro do registrado em 2023

 

 

FONTE: TERRA – LER NA INTEGRA 
Agência de notícias

 

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Juros do crédito habitacional ainda estão baixos apesar da alta da SELIC https://dev.abcapartamentos.com.br/juros-do-credito-habitacional-ainda-estao-baixos-apesar-da-alta-da-selic/ Tue, 22 Jun 2021 18:23:02 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=7575 Juros do crédito habitacional ainda estão baixos

 

Mesmo com a elevação da Selic (taxa básica de juros) de 3,5% para 4,25% ao ano, os juros do financiamento imobiliário seguem em patamares baixos e o setor se mantém atrativo tanto para investidores quanto para os interessados na compra da casa própria. A afirmação é da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias).

 

Aliada a isso, a associação ressalta que há uma expectativa de recuperação do PIB (Produto Interno Bruto) que traz mais confiança, fortalece os diversos setores econômicos e contribui para o crescimento do emprego e da renda no Brasil. O presidente da Abrainc, Luiz França, complementa ainda que o ambiente de negócios continua propício com grande atratividade para investimentos em imóveis em comparação com as aplicações financeiras tradicionais.

 

Fonte: CRISTIANE CAMPOS

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Como saber se minha renda é suficiente para o financiamento no Minha Casa Minha Vida? https://dev.abcapartamentos.com.br/saber-se-minha-renda-e-suficiente/ Thu, 11 Jun 2020 17:28:09 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=6536 Se você quer comprar seu apartamento novo pelo Minha Casa Minha Vida, mas não sabe como? Eu posso ajudar você a entender como funciona todo esse processo.

Uma parte muito importante do processo é o financiamento bancário da Caixa caso você não possa comprar o apartamento a vista, a maioria das pessoas não sabe qual é seu potencial real de financiamento.

Se você tem uma renda abaixo de 8 mil reais você se encaixa no minha casa minha vida, pessoas com renda formal (CLT) conseguem um valor maior de financiamento que uma pessoa autônoma com renda informal, mas mesmo com renda informal é possível o financiamento pela Caixa se declarar o Imposto de Renda Pessoa Física. 

Vamos exemplificar para ficar mais fácil você ver onde se encaixa, vamos supor que o apartamento custe 280 mil em São Paulo ou ABC, o valor máximo de financiamento é 211.200 , nesse caso ficará faltando 68.800, esse valor deve ser acertado com a construtora durante o período de obras ou a vista se o projeto estiver pronto, pode ser utilizado o FGTS para abater.

 

Tabela de Exemplos (12/03/2023 – Price):

 

 

Taxas Caixa, quais são?

Você pagará uma taxa de assinatura do financiamento que hoje é em média 800 reais, taxa única, outra taxa que você pagará durante o período de obras é a Taxa de Evolução de Obras.

A taxa de evolução de obras da Caixa é cobrada em qualquer projeto minha casa minha vida da Caixa, independente da construtora, é uma taxa mensal e crescente, que vai de 100 reais no início da obra e chega ate 80% da sua parcela do financiamento, essa taxa é um juros para manter o seu financiamento congelado sem correções e garantido até a entrega do prédio. 

 

Exemplo:

Sua parcela é R$ 1.154,57, a taxa de evolução de obras será de 100 reais a no máximo 923 reais em média, então sempre fique atento pois muitos corretores não alertam sobre essa taxa, e isso pode te custar seu sonho.

Resumindo você deve estar preparado para pagar a parcela da construtora se houver + a taxa de evolução de obras todos os meses até a entrega do apartamento que geralmente é 24 a 36  meses

 

Sobre a documentação?

A documentação em alguns projetos é grátis e isso é uma vantagem pois a maioria você deverá pagar uns R$ 7 mil de documentação quando financiar na Caixa, a documentação do projeto Minha Casa Minha Vida pode ser feito com o prédio ainda em obras quando for financiar na Caixa.

 

FALE CONOSCO NO WHATSAPP 11 97375-1693 

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Ficou desempregado e tem parcelas do financiamento imobiliário para pagar? Veja quais são as alternativas https://dev.abcapartamentos.com.br/ficou-desempregado-e-tem-parcelas-do-financiamento-imobiliario-para-pagar-veja-quais-sao-as-alternativas/ Wed, 10 Apr 2019 18:26:11 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=3024 Para evitar dor de cabeça em quem ainda tem muitas prestações do imóvel para pagar

O avanço do desemprego traz assombro para quem tem longas e gordas parcelas de financiamento imobiliário pela frente. Uma pesquisa do Instituto Geoc, que reúne empresas de recuperação de crédito, mostrou que, ao final do ano passado, 15,2% dos brasileiros com dívidas tinham prestações de imóvel pendentes. O número é muito superior aos 5,6% do ano anterior. Via de regra, se houver inadimplência por mais de três meses, a instituição financeira poderá retomar o imóvel.

 Há algumas alternativas para quem ficou desempregado e possui financiamento imobiliário em aberto. Uma delas é verificar o saldo de FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e usar para antecipar parcelas, ganhando tempo para se estabilizar – explica a consultora financeira Camila Bavaresco. 

Consultores financeiros recomendam quitar, pelo menos, seis meses de parcelas da casa desta maneira e manter o restante do valor para os demais gastos fixos que virão pela frente. Algumas modalidades de financiamento imobiliário, como os contratos assinados até dezembro de 2015 nas faixas 2 e 3 do programa Minha Casa Minha Vida possuem um seguro em caso de perda/redução de renda. O Fundo Garantidor da Habitação Popular (FGHab) cobre pagamento de prestações em caso de desemprego, em uma espécie de empréstimo que seria restituído posteriormente. Em dezembro de 2015, o governo deixou de oferecer esta alternativa.

Recalcular a dívida

Alguns bancos oferecem seguros prestamistas contratados separadamente do financiamento imobiliário, mas que podem ser usados para cobrir alguns meses de prestações (ou até quitar o saldo, dependendo do tipo de contrato). Esses seguros são diferentes do seguro habitacional obrigatório para todas operações pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), que cobrem morte e invalidez permanente do mutuário e danos físicos ao imóvel. 

– O mutuário precisa estar atento ao seu contrato imobiliário e a cláusulas de seguros que tenha em dia, pois é possível que tenham algum tipo de apoio para dívidas em caso de desemprego – explica o advogado especializado em Direito do Consumidor Maurício Lewkowicz.

Os bancos também costumam ser abertos à renegociação de contrato de financiamento imobiliário quando o cliente perde a renda. A Caixa afirma que nesses casos procura recalcular o saldo devedor do contrato incluindo as prestações em atraso pelo cliente. Mas taxa de juros e o prazo do contrato permanecem os mesmos. No Banco do Brasil, é possível ajustar a data de débito da parcela para o melhor período indicado pelo mutuário e adequar os valores das parcelas. 

Lewkowicz explica que, em caso de demissão e dificuldade em fazer acordo com a instituição financeira, o cliente poderá recorrer judicialmente.

Confira alternativas oferecidas pelos bancos*

– Banco do Brasil: informa que possui alternativas negociais para repactuação de operações de crédito imobiliário, em normalidade, de forma preventiva, ou com parcelas vencidas. Para operações em dia, é possível ajustar a data de débito da parcela para o melhor período indicado pelo mutuário e adequar os valores das parcelas. Aqueles que tiverem parcelas atrasadas contam com alternativas que permitem a diluição dos valores em atraso nas prestações remanescentes do financiamento. Em ambos os casos, os prazos máximos de financiamento devem ser respeitados. Os clientes devem sempre antecipar-se a uma possível situação de inadimplência e procurar sua agência para obter informações sobre as possibilidades de renegociação disponíveis.

– Banrisul: não opera com seguros contra desemprego para financiamento de crédito imobiliário. Oferece somente seguros para danos físicos do imóvel e morte ou invalidez permanente.

– Bradesco e Santander: não possuem a opção de seguro contra desemprego para financiamento imobiliário.

– Caixa Federal: não possui seguro contra desemprego no crédito imobiliário, mas oferece uma série de opções aos mutuários. A primeira é recalcular o saldo devedor do contrato incluindo as prestações em atraso pelo cliente. Nesse caso, o cliente precisa pagar um valor de entrada e ter pago no mínimo 12 prestações do financiamento.

A taxa de juros e o prazo do contrato permanecem os mesmos. Para os clientes que possuem recursos na conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), existe ainda outra opção: utilizar o saldo da sua conta para o pagamento de até 80% das prestações do financiamento pelo período de 12 meses.

– Itaú: informou que não possui seguro contra desemprego no financiamento da casa própria. O que oferece é o Seguro Prestamista, que pode ser usado por qualquer financiamento que o contratante tiver, inclusive para imóvel. No caso de desemprego, são pagas apenas algumas parcelas, que variam de acordo com a apólice contratada e o financiamento realizado pelo cliente.

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