selic – HOMOLOG ABC Apartamentos https://dev.abcapartamentos.com.br Nós temos o endereço do seu novo Apê! Wed, 08 Jan 2025 00:48:10 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.4 COM ALTA DA SELIC E QUEDA NA POUPANÇA, CAIXA ELEVA JUROS PARA COMPRA DE IMÓVEIS https://dev.abcapartamentos.com.br/alta-selic/ Wed, 08 Jan 2025 00:48:10 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=13432 Aumento da taxa varia de 1 a 2 pontos percentuais a depender da modalidade

A Caixa Econômica Federal anunciou um aumento nos juros do financiamento imobiliário com recursos da poupança. Desde o dia 2 de janeiro, as taxas subiram entre 1 e 2 pontos percentuais, variando conforme a modalidade de crédito.

Para operações no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), que financia imóveis de até R$ 1,5 milhão, as taxas passaram a considerar a Taxa Referencial (TR) acrescida de 10,99% a 11,49% ao ano. No caso do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), destinado a imóveis acima de R$ 1,5 milhão, os juros subiram para TR + 11,87% a 12% ao ano.

Até dezembro, os juros variavam de TR + 8,99% a TR + 9,99%, dependendo do enquadramento no SFH ou SFI.

Na linha de crédito Poupança Caixa, os juros eram a remuneração da poupança acrescida de 3,10% a 3,99% ao ano, mas agora variam entre 4,12% e 5,06% ao ano.

Essa mudança ocorre em um cenário de alta da taxa Selic, que chegou a 12,25% e pode atingir 14,25% até março. Além disso, há queda nos depósitos da poupança, uma das fontes mais acessíveis para financiamento habitacional.

Regras mais rígidas
No final do ano passado, a Caixa ajustou as condições de crédito no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), aumentando a entrada mínima de 20% para 30% do valor do imóvel. Também foram lançadas modalidades com juros atrelados ao CDI, impactados diretamente pela Selic.

Apesar do aumento, o programa Minha Casa Minha Vida, que beneficia famílias com renda de até R$ 8 mil e imóveis de até R$ 350 mil, não foi afetado.

Movimento do mercado
O aumento das taxas não é exclusivo da Caixa. Em 2024, bancos privados como Itaú e Santander iniciaram ajustes em seus financiamentos imobiliários, também devido à alta da Selic.

Com a Selic subindo de 10,50% para 12,25% e previsão de novos aumentos, a pressão sobre o crédito habitacional deve continuar.

Em nota, a Caixa declarou que a definição das taxas é baseada em “análise de fatores mercadológicos e conjunturais”, respeitando as condições prudenciais do mercado.

 

 

 

FONTE: EXAME – LER NA INTEGRA 
Agência de notícias

 

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MERCADO IMOBILIÁRIO DEVE SEGUIR CRESCENDO EM 2024 https://dev.abcapartamentos.com.br/mercado-imobiliario-2024/ Sat, 08 Jun 2024 22:01:46 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=12469 A redução da taxa Selic tem impacto na melhora das vendas, na retomada das margens e na geração de caixa do setor imobiliário.

A Selic, taxa básica de juros, iniciou em 2023 um ciclo de queda e chegou ao seu menor patamar em dois anos: 10,75% ao ano. Para o fim de 2024, a expectativa do mercado é que a taxa básica de juros chegue a 9% ao ano. Principal instrumento de controle da inflação, a Selic afeta o mercado como um todo. Com a redução da taxa, o crédito fica mais barato, impactando o consumo, o acesso ao crédito por parte de pessoas físicas e jurídicas e os indicadores econômicos.

 

A redução da taxa tem impacto na melhora das vendas, na retomada das margens e na geração de caixa do setor imobiliário. Especialistas apontam um novo boom imobiliário no país, especialmente na cidade de São Paulo, com opções para todos os tipos de investidores. Levantamentos apontam para a entrega de 818 mil condomínios na cidade, praticamente o dobro do registrado em 2023

 

 

FONTE: TERRA – LER NA INTEGRA 
Agência de notícias

 

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Juros do crédito habitacional ainda estão baixos apesar da alta da SELIC https://dev.abcapartamentos.com.br/juros-do-credito-habitacional-ainda-estao-baixos-apesar-da-alta-da-selic/ Tue, 22 Jun 2021 18:23:02 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=7575 Juros do crédito habitacional ainda estão baixos

 

Mesmo com a elevação da Selic (taxa básica de juros) de 3,5% para 4,25% ao ano, os juros do financiamento imobiliário seguem em patamares baixos e o setor se mantém atrativo tanto para investidores quanto para os interessados na compra da casa própria. A afirmação é da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias).

 

Aliada a isso, a associação ressalta que há uma expectativa de recuperação do PIB (Produto Interno Bruto) que traz mais confiança, fortalece os diversos setores econômicos e contribui para o crescimento do emprego e da renda no Brasil. O presidente da Abrainc, Luiz França, complementa ainda que o ambiente de negócios continua propício com grande atratividade para investimentos em imóveis em comparação com as aplicações financeiras tradicionais.

 

Fonte: CRISTIANE CAMPOS

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