financiamento – HOMOLOG ABC Apartamentos https://dev.abcapartamentos.com.br Nós temos o endereço do seu novo Apê! Mon, 07 Jul 2025 17:28:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.4 5 REGRAS IMPORTANTES DO MINHA CASA MINHA VIDA EM SANTO ANDRÉ: GUIA ESSENCIAL https://dev.abcapartamentos.com.br/5-regras-importantes-do-mcmv/ Mon, 07 Jul 2025 17:28:24 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=14116 Se você sonha em comprar seu apartamento pelo Minha Casa Minha Vida em Santo André – SP, é fundamental ficar por dentro de algumas regras cruciais. Conhecê-las de antemão pode fazer toda a diferença no seu processo de aprovação e evitar frustrações.

  1. Imóvel em Nome Próprio: Regras Claras

Para ser elegível ao programa Minha Casa Minha Vida, você não pode possuir um imóvel em seu nome.

  • Exceção: Se você tiver apenas uma pequena porcentagem (até 25%) de um imóvel registrado em seu nome, ainda é possível se enquadrar no programa. Acima dessa porcentagem, a regra muda.

E se eu tiver mais de 25% de um imóvel?

Nesse caso, seu financiamento migra para a modalidade SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo). A principal diferença é que as taxas de juros são mais altas, o que pode resultar em um valor de financiamento liberado menor e parcelas mensais mais elevadas.

  1. Renda Bruta Familiar: O Que a Caixa Considera

A renda que a Caixa Econômica Federal considera para o Minha Casa Minha Vida é a sua renda bruta, ou seja, o valor total do seu holerite antes dos descontos.

  • Para Autônomos e Pessoas Jurídicas (PJ): A renda aceita pela Caixa é aquela declarada no seu Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). Extratos de conta corrente ou declarações da sua empresa (PJ) não são válidos para essa comprovação no programa.

Atualmente, o Minha Casa Minha Vida contempla rendas familiares até R$ 12.000,00 e imóveis com valor de avaliação até R$ 500.000,00.

  1. Limitador de Renda da Prefeitura de Santo André (HIS)

Atenção especial a esta regra! Muitos projetos do Minha Casa Minha Vida em Santo André – SP possuem um limitador de renda local conhecido como HIS (Habitação de Interesse Social).

Essa é uma regra específica da Prefeitura de Santo André que precisa ser respeitada em determinados empreendimentos. Mesmo que o limite geral do Minha Casa Minha Vida seja de R$ 12.000,00, alguns prédios na cidade (cerca de 80% dos projetos do programa) só podem ser vendidos para quem tem renda familiar de até 6 salários-mínimos.

  1. Nome Limpo: Essencial para o Financiamento

Essa é a regra mais conhecida e inegociável: seu nome precisa estar limpo!

  • Qualquer restrição em órgãos de proteção ao crédito como Serasa, SPC ou outras instituições resultará na negação do seu financiamento. Não apenas a Caixa, mas qualquer banco não aprovará o crédito com restrições.
  1. Comprometimento de Renda: Cuidado com as Dívidas!

O comprometimento da sua renda com outras dívidas pode ser um grande obstáculo para a aprovação do financiamento.

  • Se você possui dívidas ou outros financiamentos (cartão de crédito com faturas altas, cartões de crediário, financiamento ou consórcio de carro, moto, etc.) que comprometem mais de 30% da sua renda bruta mensal, seu financiamento pode ser negado ou aprovado apenas parcialmente.

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Entender essas regras é o primeiro passo para o seu sonho. Quer saber como elas se aplicam ao seu caso específico e qual apartamento do Minha Casa Minha Vida em Santo André é ideal para você?

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COM ALTA DA SELIC E QUEDA NA POUPANÇA, CAIXA ELEVA JUROS PARA COMPRA DE IMÓVEIS https://dev.abcapartamentos.com.br/alta-selic/ Wed, 08 Jan 2025 00:48:10 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=13432 Aumento da taxa varia de 1 a 2 pontos percentuais a depender da modalidade

A Caixa Econômica Federal anunciou um aumento nos juros do financiamento imobiliário com recursos da poupança. Desde o dia 2 de janeiro, as taxas subiram entre 1 e 2 pontos percentuais, variando conforme a modalidade de crédito.

Para operações no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), que financia imóveis de até R$ 1,5 milhão, as taxas passaram a considerar a Taxa Referencial (TR) acrescida de 10,99% a 11,49% ao ano. No caso do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), destinado a imóveis acima de R$ 1,5 milhão, os juros subiram para TR + 11,87% a 12% ao ano.

Até dezembro, os juros variavam de TR + 8,99% a TR + 9,99%, dependendo do enquadramento no SFH ou SFI.

Na linha de crédito Poupança Caixa, os juros eram a remuneração da poupança acrescida de 3,10% a 3,99% ao ano, mas agora variam entre 4,12% e 5,06% ao ano.

Essa mudança ocorre em um cenário de alta da taxa Selic, que chegou a 12,25% e pode atingir 14,25% até março. Além disso, há queda nos depósitos da poupança, uma das fontes mais acessíveis para financiamento habitacional.

Regras mais rígidas
No final do ano passado, a Caixa ajustou as condições de crédito no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), aumentando a entrada mínima de 20% para 30% do valor do imóvel. Também foram lançadas modalidades com juros atrelados ao CDI, impactados diretamente pela Selic.

Apesar do aumento, o programa Minha Casa Minha Vida, que beneficia famílias com renda de até R$ 8 mil e imóveis de até R$ 350 mil, não foi afetado.

Movimento do mercado
O aumento das taxas não é exclusivo da Caixa. Em 2024, bancos privados como Itaú e Santander iniciaram ajustes em seus financiamentos imobiliários, também devido à alta da Selic.

Com a Selic subindo de 10,50% para 12,25% e previsão de novos aumentos, a pressão sobre o crédito habitacional deve continuar.

Em nota, a Caixa declarou que a definição das taxas é baseada em “análise de fatores mercadológicos e conjunturais”, respeitando as condições prudenciais do mercado.

 

 

 

FONTE: EXAME – LER NA INTEGRA 
Agência de notícias

 

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COMO FUNCIONA A VENDA DE IMÓVEL ADQUIRIDO ANTES DO CASAMENTO EM COMUNHÃO PARCIAL DE BENS? https://dev.abcapartamentos.com.br/imoveis-antes-do-casamento/ Sun, 24 Mar 2024 20:40:08 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=13230 É importante que o proprietário esteja atento às regras legais e tenha toda a documentação

 

No regime de comunhão parcial de bens, os bens adquiridos por cada cônjuge antes do casamento são considerados patrimônio particular. Isso significa que, em princípio, esses bens não se comunicam, ou seja, não são automaticamente partilhados com o outro cônjuge. No entanto, quando se trata da venda de um imóvel adquirido antes do casamento, existem regras importantes a serem seguidas para garantir que a transação ocorra de forma legal.

Imóveis adquiridos antes do casamento

Quando um imóvel é adquirido por uma das partes antes do casamento no regime de comunhão parcial de bens, ele permanece de propriedade exclusiva de quem o adquiriu. Isso ocorre porque o regime de comunhão parcial determina que apenas os bens adquiridos durante a vigência do casamento sejam considerados bens comuns, sujeitos à partilha em caso de divórcio.

Assim, o cônjuge que comprou o imóvel antes do casamento pode vendê-lo sem a necessidade de autorização do outro, já que esse bem não faz parte do patrimônio comum do casal. Contudo, mesmo sendo um bem particular, é importante observar alguns detalhes legais que podem impactar a venda.

Necessidade de consentimento

Embora o imóvel adquirido antes do casamento seja de propriedade exclusiva de um dos cônjuges, há uma exceção que pode exigir o consentimento do outro cônjuge: se o imóvel for utilizado como moradia da família. O Código Civil, no artigo 1.647, estabelece que, independentemente do regime de bens, a venda ou o aluguel do imóvel destinado à residência do casal só pode ser realizada com a autorização de ambos os cônjuges.

Isso significa que, mesmo que o bem tenha sido adquirido antes do casamento, se o imóvel em questão for o lar familiar, o cônjuge proprietário precisará da concordância do outro para efetuar a venda. Esse requisito visa proteger o interesse da família, garantindo que decisões relacionadas à moradia não sejam tomadas unilateralmente.

Documentação e procedimento de venda

Quando se trata da venda de um imóvel adquirido antes do casamento, o cônjuge proprietário deve reunir a documentação necessária para comprovar que o bem foi adquirido antes da união. Isso inclui a escritura de compra e venda e o registro do imóvel em seu nome. A apresentação desses documentos é essencial para demonstrar que o imóvel faz parte do patrimônio particular e que não é necessário incluir o outro cônjuge na transação.

Se o imóvel não for a residência do casal, o cônjuge proprietário pode seguir com a venda sem maiores complicações. Contudo, é sempre recomendável que, antes de realizar qualquer transação imobiliária, o proprietário consulte um advogado especializado para garantir que todos os trâmites legais sejam seguidos corretamente, evitando futuros problemas.

Por que você deve saber sobre isso

No regime de comunhão parcial de bens, a venda de um imóvel adquirido antes do casamento pode ser feita de forma independente pelo cônjuge que o adquiriu, desde que o imóvel não seja a residência familiar. Nesses casos, o consentimento do outro cônjuge é exigido por lei. Por isso, é importante que o proprietário esteja atento às regras legais e tenha toda a documentação em ordem para evitar entraves durante o processo de venda.

 

 

FONTE: EXAME – LER NA INTEGRA 
Agência de notícias

 

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‘FGTS FUTURO’ PODERÁ SER USADO PARA IMÓVEL; ENTENDA https://dev.abcapartamentos.com.br/fgts-futuro-entenda/ Tue, 10 Jan 2023 21:59:43 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=10372 Para a medida entrar em vigor, o banco depende da publicação das normas operacionais, o que deverá ocorrer até 18 de janeiro

A Caixa Econômica Federal vai começar a realizar financiamentos de moradias do Casa Verde e Amarela agregando o chamado “FGTS Futuro” ou “FGTS Consignado” no primeiro trimestre do ano de 2022.

 

Para a medida entrar em vigor, o banco depende da publicação das normas operacionais, o que deverá ocorrer até 18 de janeiro, conforme resolução do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A partir daí, a operação deve começar em até 90 dias.

 

Essa medida permitirá que os recursos a serem recebidos pelos trabalhadores possam entrar no cálculo da capacidade de pagamento de quem quer financiar um imóvel pelo programa. Haveria, portanto, um aumento nessa capacidade de pagamento de aproximadamente 8% – valor depositado na conta do trabalhador do fundo mês a mês.

O uso do FGTS Futuro fica a critério do trabalhador. A medida permitirá que o comprador tenha acesso a casas e apartamentos de valor mais elevado.

 

Mas a operação também embute riscos, pois a pessoa terá bloqueados depósitos futuros que receberia no FGTS. Em caso de demissão, ela não poderá sacar o saldo da conta que estiver comprometido com o financiamento.

 

A mudança será limitada, neste primeiro momento, às famílias com renda familiar bruta de até R$ 2,4 mil.

 

Levantamento do DataZap+ aponta que 10,9 milhões de famílias se enquadram nessa categoria. Esse montante equivale a 15,8% do total de famílias do País.

 

Fonte : https://exame.com/mercado-imobiliario/fgts-futuro-podera-ser-usado-para-imovel-entenda/

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SECOVI VÊ EXPANSÃO DE 5,9% NOS LANÇAMENTOS EM SP https://dev.abcapartamentos.com.br/secovi-ve-expansao-de-59/ Mon, 07 Nov 2022 17:07:14 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=10223 O mercado imobiliário na cidade de São Paulo fechou o mês de setembro com expansão dos lançamentos e das vendas, de acordo com levantamento do Sindicato da Habitação (Secovi-SP) antecipado para o Estadão/Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. O cenário indica resiliência apesar do ambiente de juros mais altos e da proximidade com as eleições o que costuma fazer parte dos consumidores postergar novos negócios.

Os lançamentos em setembro subiram 5,9% em relação ao mesmo mês do ano passado, totalizando 8.225 unidades residenciais. Por sua vez, os lançamentos nos últimos 12 meses (outubro de 2021 a setembro 2022) tiveram uma expansão de apenas 1% na comparação com o período anterior (outubro de 2020 a setembro 2021), somando 83.993 unidades.

O ano foi melhor para o mercado de médio e alto padrão. Aqui, os lançamentos cresceram 12% nos últimos 12 meses, 48.100 unidades. Já no segmento econômico (dentro do Casa Verde e Amarela), houve recuo de 10%, para 35.900 unidades.

As vendas em setembro cresceram 22,9% na comparação com o mesmo mês do ano passado, chegando a 6.255 unidades. Por sua vez, as vendas nos últimos 12 meses até setembro acumularam crescimento de 6% na comparação com os 12 meses anteriores, totalizando 69.812 unidades.

Em termos financeiros, as vendas subiram 17,5% no mês, movimentando R$ 2,775 bilhões. Em 12 meses, as vendas cresceram 2%, indo para o patamar de R$ 35,515 bilhões.

O indicador que mede a velocidade das vendas (total de unidades vendidas em relação ao total de lançamentos no período) foi a 8 6% no mês, queda de 0,5 ponto porcentual na comparação anual. Já a velocidade de vendas acumulada em 12 meses baixou para 51,1%, recuo de 6,1 pontos porcentuais.

A capital paulista encerrou setembro com estoque de 66.646 unidades disponíveis para venda, considerando imóveis na planta, em obras, e recém-construídos. O montante é 30,5% maior do que um ano antes. Considerando o ritmo atual de vendas, seriam necessários 9 meses para liquidar todo o estoque de imóveis do segmento econômico e 13 meses para as unidades de médio e alto padrão.

 

Fonte: https://exame.com/mercado-imobiliario/secovi-ve-expansao-de-59-nos-lancamentos-em-sp/

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VENDAS DE IMÓVEIS CRESCEM 16,2% EM MAIO NA CIDADE DE SÃO PAULO, DIZ SECOVI https://dev.abcapartamentos.com.br/vendas-de-imoveis-crescem/ Sun, 10 Jul 2022 23:39:10 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=9309 Tempo de Leitura: 3 min de leitura

Levantamento registrou 6.838 imóveis vendidos representando um crescimento de 16,2% em comparação do ano passado

 

O mercado imobiliário na cidade de São Paulo teve aumento nas vendas de imóveis em maio, sinalizando resiliência do setor diante da inflação e dos juros em alta. Por outro lado, os lançamentos recuaram. Os dados fazem parte de pesquisa do Sindicato da Habitação (Secovi-SP) antecipada nesta sexta-feira, 1, para o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

 

O levantamento registrou a venda de 6.838 imóveis residenciais novos em maio, o que representa um crescimento de 16,2% na comparação com o mesmo mês do ano passado.

 

No acumulado dos últimos 12 meses (junho de 2021 a maio de 2022) as vendas totalizaram 69.614 unidades, o equivalente a uma expansão de 14,9% em relação aos 12 meses anteriores (junho de 2020 a maio de 2021).

 

A pesquisa também apontou lançamentos de 7.631 apartamentos em maio, volume 9,6% menor na mesma base de comparação anual. Já em 12 meses, os lançamentos totalizaram 84.352 unidades, um aumento de 16,2%.

 

Apesar do número maior de vendas, houve uma redução no ritmo em que os imóveis são escoados. A velocidade de vendas em maio foi de 9,8%, patamar inferior aos 11,5% registrados um ano antes.

 

Nos últimos 12 meses, a velocidade foi de 53,7%, nível abaixo dos 57,8% dos 12 meses anteriores. O indicador considera o total de imóveis vendidos em relação ao estoque total disponível no período.

 

A capital paulista encerrou maio com um estoque de apartamentos (unidades na planta, em obras e recém-entregues) de 62.675 unidades disponíveis para venda, um salto de 38,8% em comparação com maio de 2021, quando era de 45.154 unidades.

 

Esse salto se deve ao recorde de lançamentos no ano passado, que vem desacelerando nos últimos meses. O Secovi-SP estima que os lançamentos devem alcançar 65 mil a 70 mil apartamentos em 2022. No caso das vendas, a previsão é que fiquem entre 55 mil a 60 mil unidades.

 

Casa Verde e Amarela

Os imóveis enquadrados no programa Casa Verde e Amarela (CVA) representaram 55% das unidades vendidas e 52% das unidades lançadas em maio. Esses imóveis são os que têm maior demanda e mostraram uma velocidade de vendas de 13,2% no mês, portanto, ficando acima da média do mercado imobiliário.

 

Desde o ano passado, foi atualizada a faixa limite de preços dos imóveis do programa Casa Verde e Amarela para compensar o aumento nos custos dos materiais e a necessidade de as empresas subirem o preço final das moradias. Com isso, o teto subiu para R$ 264 mil na cidade de São Paulo, ajudando a desafogar novos projetos.

 

Por Estadão Conteúdo

Publicado em 01/07/2022 10:16 | Última atualização em 01/07/2022 10:16 

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O QUE PRECISO PARA COMPRAR UM APARTAMENTO? https://dev.abcapartamentos.com.br/comprovacao-de-renda/ Thu, 16 Jun 2022 16:44:41 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=3270 Quando um imóvel é adquirido ainda na planta pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), um dos principais pontos a verificar no momento de efetuar a compra é a comprovação de renda. O potencial para fazer a compra geralmente é verificado pelo incorporador. No repasse com o agente financeiro, ou seja, quando o comprador for contratar o financiamento pelo banco após a conclusão da obra, a análise de crédito é realizada pela instituição bancária.

Abaixo estão algumas dúvidas e suas respectivas respostas que podem ajudar a esclarecer pontos sobre a comprovação de renda para a compra do imóvel próprio.

 

Como é feita a comprovação de renda no momento da compra?

Grande parte das incorporadoras exige uma comprovação formal, por meio de documentos que confirmem a veracidade da renda declarada. Há casos em que não é solicitado nenhum tipo de informação quanto à renda do comprador, ou ele deve apenas mencioná-la. Mesmo com esta possibilidade, é importante estar consciente de que as informações fornecidas precisam estar de acordo, pois futuramente um dado mal declarado pode gerar problemas.

Em algumas situações, quando a comprovação não é realizada na hora da aquisição, esses documentos não são pedidos em primeira instância, pois até o empreendimento ficar pronto – o que deve acontecer dentro de dois a três anos, aproximadamente –, existe a possibilidade do comprador mudar de emprego ou passar por alguma circunstância que interfira em seus rendimentos.

 

Como fazer a comprovação de renda no financiamento?

Os documentos exigidos podem variar de banco para banco. Mas, normalmente, eles são solicitados conforme a ocupação (profissão) do cliente: trabalhadores contratados em regime CLT, funcionários públicos e aposentados Na maioria dos casos deverão ser apresentados os três holerites mais recentes.

Profissionais liberais e autônomos

Geralmente as instituições bancárias exigem que o comprador desta categoria entregue o extrato bancário dos seis meses anteriores e/ou a declaração do Imposto de Renda.

 

Uma segunda pessoa pode ajudar a compor a renda?

Os bancos, na maior parte dos casos, aceitam a composição de renda do cônjuge atual, assim como os casos de união estável, noivos ou namorados. Na Caixa Econômica Federal, por exemplo, não há limite de pessoas, nem exigência de grau de parentesco. Entretanto, a análise é feita caso a caso.

 

Quais dicas para não ter problema no momento de comprovar a renda?

> Evite novos endividamentos, como a compra de um carro, por exemplo. Isso vai comprometer a sua renda e provavelmente a aprovação do financiamento.

Quando o momento do repasse (transição em que o comprador deixa de pagar para a construtora e começa a financiar pela instituição bancária) estiver se aproximando, busque estabilidade e tente não mudar de emprego, pois o período inicial de experiência na nova empresa pode gerar instabilidade nos seus ganhos.

 

> Faça uma compra consciente: as parcelas do financiamento podem comprometer até cerca de 30% da sua renda.

Organize-se para reunir as documentações de remunerações extras – como aluguéis e trabalhos temporários ou esporádicos, como bônus, participação nos lucros e etc, pois eles serão um acréscimo importante para complementar sua renda

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Como se preparar para o financiamento imobiliário? https://dev.abcapartamentos.com.br/como-se-preparar-para-o-financiamento-imobiliario/ Sun, 21 Nov 2021 18:33:17 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=3028 Confira dicas de especialistas para não quer ser pego de surpresa ao comprar um imóvel

Uma das dúvidas mais frequentes de quem está prestes a comprar um imóvel não está na aquisição propriamente dita, e sim, em relação ao financiamento imobiliário. A conquista da aprovação de crédito junto à instituição financeira é uma das preocupações que atormentam os futuros proprietários, mas que pode ser facilmente alcançada se o cliente já estiver por dentro de sua situação financeira e saber se a nova compra caberá no atual orçamento. A correspondente bancária Sandra Dias, da Doc Gestão de Documentos, de Joinville, sugere algumas dicas para garantir a aprovação do crédito de forma mais facilitada.

 

Avaliação é fundamental

Para Sandra, é importante que o cliente busque uma avaliação com entrevista de um profissional, não ficando apenas refém das informações oferecidas por simuladores disponíveis nos portais dos bancos. Em uma conversa, o correspondente pode identificar detalhes que farão toda a diferença em relação a taxas de juros e limites de financiamento de acordo com cada caso.

Essa avaliação trará mais segurança para o cliente fazer negócio, assim como para a construtora – justifica.

Atenção para a documentação

Para o financiamento, é preciso ter em mãos documentos básicos (RG, CPF, certidão de casamento, comprovante de residência, Carteira de Trabalho), além dos três últimos holerites (para os empregados registrados) ou a última declaração de Imposto de Renda (para os autônomos ou proprietários de empresas). Nesta segunda opção de comprovação de renda, é fundamental estar com a declaração de IR em dia. Se o cliente pretende usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), também é preciso um extrato atualizado.

 

Financiamento para imóveis na planta

No caso da compra de imóveis na planta, como o cliente só poderá concretizar o financiamento após a conclusão da obra, a avaliação de crédito inicial também é importante. É nesta etapa que o correspondente poderá identificar possíveis regularizações a serem feitas para a liberação do crédito. O cliente terá tempo hábil para abrir conta na agência bancária escolhida e para seguir as orientações do correspondente que poderão facilitar a aprovação.

Sandra também alerta sobre a necessidade de se estar ciente de que a avaliação tem validade de 6 meses. Após este período, o cliente deverá passar novamente pelo processo junto ao correspondente.

Isso porque podem acontecer mudanças nas regras estabelecidas pelo Governo e agência ou na própria situação econômica da pessoa – explica.

Uma forma de se precaver quanto a possíveis “nãos” é calcular se o financiamento impactaria em mais de 30% da renda familiar. Caso ultrapasse essa porcentagem – considerada limite pelas agências bancárias – o cliente poderá buscar junto à construtora formas alternativas de diminuir o valor a ser financiado.

 

Quer saber mais sobre crédito imobiliário? Converse com um dos nossos consultores para entender quais são os próximos passos para adquirir o seu imóvel.

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Como saber se minha renda é suficiente para o financiamento no Minha Casa Minha Vida? https://dev.abcapartamentos.com.br/saber-se-minha-renda-e-suficiente/ Thu, 11 Jun 2020 17:28:09 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=6536 Se você quer comprar seu apartamento novo pelo Minha Casa Minha Vida, mas não sabe como? Eu posso ajudar você a entender como funciona todo esse processo.

Uma parte muito importante do processo é o financiamento bancário da Caixa caso você não possa comprar o apartamento a vista, a maioria das pessoas não sabe qual é seu potencial real de financiamento.

Se você tem uma renda abaixo de 8 mil reais você se encaixa no minha casa minha vida, pessoas com renda formal (CLT) conseguem um valor maior de financiamento que uma pessoa autônoma com renda informal, mas mesmo com renda informal é possível o financiamento pela Caixa se declarar o Imposto de Renda Pessoa Física. 

Vamos exemplificar para ficar mais fácil você ver onde se encaixa, vamos supor que o apartamento custe 280 mil em São Paulo ou ABC, o valor máximo de financiamento é 211.200 , nesse caso ficará faltando 68.800, esse valor deve ser acertado com a construtora durante o período de obras ou a vista se o projeto estiver pronto, pode ser utilizado o FGTS para abater.

 

Tabela de Exemplos (12/03/2023 – Price):

 

 

Taxas Caixa, quais são?

Você pagará uma taxa de assinatura do financiamento que hoje é em média 800 reais, taxa única, outra taxa que você pagará durante o período de obras é a Taxa de Evolução de Obras.

A taxa de evolução de obras da Caixa é cobrada em qualquer projeto minha casa minha vida da Caixa, independente da construtora, é uma taxa mensal e crescente, que vai de 100 reais no início da obra e chega ate 80% da sua parcela do financiamento, essa taxa é um juros para manter o seu financiamento congelado sem correções e garantido até a entrega do prédio. 

 

Exemplo:

Sua parcela é R$ 1.154,57, a taxa de evolução de obras será de 100 reais a no máximo 923 reais em média, então sempre fique atento pois muitos corretores não alertam sobre essa taxa, e isso pode te custar seu sonho.

Resumindo você deve estar preparado para pagar a parcela da construtora se houver + a taxa de evolução de obras todos os meses até a entrega do apartamento que geralmente é 24 a 36  meses

 

Sobre a documentação?

A documentação em alguns projetos é grátis e isso é uma vantagem pois a maioria você deverá pagar uns R$ 7 mil de documentação quando financiar na Caixa, a documentação do projeto Minha Casa Minha Vida pode ser feito com o prédio ainda em obras quando for financiar na Caixa.

 

FALE CONOSCO NO WHATSAPP 11 97375-1693 

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Financiamento de construtoras requer atenção sobre os juros https://dev.abcapartamentos.com.br/financiamentoconstrutora/ Sat, 11 Apr 2020 18:22:54 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=3019 Quando o que o mercado imobiliário entrou num espiral negativo, construtoras e incorporadoras empenharam esforços para não perder os já escassos clientes. Junto a brindes e descontos, floresceu no setor a possibilidade de financiamento direto com as empresas, apresentado como uma alternativa aos bancos, que além da burocracia de praxe, passaram a cobrar juros cada vez mais altos no auge da crise.

Em geral, as empresas oferecem taxas menos vantajosas que os bancos. Mesmo assim, a negociação pode ser interessante para determinados perfis de comprador.

A construtora e incorporadora Even oferece essa possibilidade.

Com juros de 12% ao ano + IPCA), os interessados podem financiar o imóvel em até 180 meses (15 anos). Já as parcelas são regidas pelo sistema tabela price, no qual o financiamento começa a ser pago com valores mais baixos, que aumentam com o passar do tempo. Segundo o diretor da companhia, Bruno Ghiggino, a vantagem está na facilidade de fechar o negócio.

— É muito interessante para profissionais liberais e autônomos, que têm dificuldade em comprovar renda junto aos bancos. Conosco, isso pode ser feito por meio de extratos que mostrem a movimentação bancária — diz ele, explicando que, como segurança, a empresa faz o instrumento de alienação fiduciária e tem o próprio imóvel como garantia.

Se os juros são mais altos que os praticados nos bancos, Ghiggino afirma que amortizar a dívida é mais prático no financiamento com a construtora, o que ajuda a aliviar o peso da taxa. Justamente por isso, na visão dele, a modalidade tem atraído pessoas que buscam financiamentos mais curtos.

— A gente sempre ofereceu esse serviço de maneira pontual. No início do ano, começamos a divulgar mais e essas negociações já correspondem a 20% das nossas vendas — conta o diretor.

 

ANÁLISE EM DUAS HORAS

A incorporadora MDL também oferece o financiamento direto de seus imóveis. As parcelas, também pelo sistema price, podem se estender por até 120 meses (dez anos), com juros de 12% ao ano mais IGPM, no caso de unidades prontas, e 12% ao ano mais ICC, para aquelas que estejam em construção. Segundo a responsável pelo comercial da empresa, Ariane Rolim, a análise do cliente é feita a partir de contracheques ou imposto de renda, acompanhados de documentos pessoais, e fica pronta em duas horas. Quando o negócio é fechado, as chaves são entregues em cerca de dez dias.

— A procura está grande e se dá, principalmente, pelas facilidades na negociação. Muitas pessoas não querem se envolver com bancos. Então, preferem fechar conosco. Há quem chegue a comprar dois apartamentos por causa das condições que oferecemos — diz Ariane. — Em alguns casos, é possível fechar até com uma entrada de 5% do valor total do imóvel, quando não tem muita comissão envolvida.

 

JUROS MAIS ALTOS

Mas, afinal, vale a pena financiar com os juros mais altos? Segundo o professor de MBA em Gestão de Negócios Imobiliários e Construção Civil da Fundação Getulio Vargas, Paulo Pôrto, com as melhoras na taxa Selic, os bancos já oferecem crédito imobiliário com juros de até 9,5% ao ano. Enquanto isso, uma incorporadora não vai fechar um financiamento com menos do que 10,5% ao ano, além da correção.

— Para se ter uma ideia prática dessa diferença, um ponto percentual a mais na taxa de juros pode representar uma parcela até 35% mais cara. Um prestação de R$ 5 mil iria para R$ 7 mi1 — ilustra Pôrto.

Ele explica que os juros maiores são necessários porque, diferentemente dos bancos, que têm foco nas transações financeiras, essas empresas têm como atividade fim a construção e a venda de imóveis. Logo, assumem um risco maior ao promover o financiamento, ainda que tenham o imóvel como garantia.

 

Outra desvantagem está no prazo. Ele afirma que os bancos têm mais elasticidade neste aspecto, podendo chegar a 35 anos. Mas, ainda assim, a negociação direta com a construtora pode ser interessante para determinados perfis de compradores.

 

— Muitas vezes, o banco não aceita aquele cliente, porque ele é inadimplente ou um devedor recorrente. Já as construtoras podem fazer uma equação bem bolada com ele, ainda que tenha que aumentar a taxa de juros para diminuir o risco — reflete Pôrto.

Como qualquer transação que envolva um volume considerável de dinheiro, é preciso tomar cuidado para não cair numa enrascada. Como aconselha o advogado Alexandre Laizo Clápis, sócio do setor de Direito Imobiliário do Stocche Fobes Advogados, os interessados em financiamentos direto com as construtoras devem buscar empresas sólidas no mercado, para que tenham segurança no recebimento do bem.

— É preciso avaliar a situação da incorporadora, especialmente quando o negócio envolve aquisição de imóveis na planta, para não correr o risco de não receber a unidade no prazo do contrato. Para isso, é recomendável uma pesquisa sobre outros empreendimentos da companhia, verificando se todas as obrigações foram cumpridas — detalha ele.

Ainda sobre este assunto, Clápis lembra que o momento atual do mercado pode representar um risco para esse tipo de operação.

— Muitas incorporadoras foram afetadas pela crise que o Brasil atravessa, agravada pelos inúmeros distratos que minaram o caixa das empresas e comprometeram o regular desenvolvimento dos empreendimentos — afirma ele. — Por isso, é importante ter a assessoria de um advogado especializado no mercado imobiliário para ajudar a avaliar as alternativas possíveis em caso de inadimplemento das incorporadoras.

O consultor imobiliário Hugo Cavalcanti, da Nova Aliança, reforça que, além de tomar todos os cuidados, os interessados também devem se lembrar da importância de negociar os valores.

— É preciso ter em mente que a relação deve ser vantajosa para ambos. Hoje no Rio existem diversos imóveis fechados sem demanda. Como as construtoras vivem de construção e venda, o imóvel fechado representa capital imobilizado — cita ele, mostrando como o momento é vantajoso para quem está disposto a pechinchar.

Já o economista especializado em mercado de capitais e professor da Facha Fábio Neves destaca como o comprador deve se planejar para assumir uma dívida dessas.

— O orçamento familiar deve ser capaz de pagar a prestação e sobrar para as despesas habituais, como alimentação, educação, saúde e transporte. Além disso, é interessante ter uma reserva de dinheiro capaz de pagar algumas parcelas, já que o autônomo tem renda variável de um mês para o outro — recomenda ele.

Fonte: O GLOBO

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