Finanças – HOMOLOG ABC Apartamentos https://dev.abcapartamentos.com.br Nós temos o endereço do seu novo Apê! Wed, 28 Jan 2026 00:30:44 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.4 ANO NOVO, CASA NOVA: PRIMEIRO TRI CONCENTRA MELHOR ÉPOCA PARA VENDER E ALUGAR IMÓVEIS https://dev.abcapartamentos.com.br/primeiro-tri/ Wed, 28 Jan 2026 00:30:44 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=14503 Levantamento feito pelo DataZAP indica maior demanda no período, com mais disposição das pessoas para encontrar uma nova residência.

Passadas as festas e as férias, o início do ano costuma ser um período de reorganização financeira para muitas famílias e empresas, com parada para repensar as contas e rever os planos para o ano. Mas no mercado imobiliário as coisas parecem que possuem uma outra lógica, funcionando mais um ponto de largada para muitas pessoas que querem mudar de casa.

Um levantamento feito pelo DataZAP, braço de inteligência imobiliária do Grupo OLX, mostra que o primeiro trimestre é um dos momentos mais vantajosos para quem quer vender ou alugar imóveis. A combinação entre demanda aquecida e menor concorrência cria um ambiente especialmente favorável para proprietários e investidores no início do ano, uma vez que a procura por apartamentos cresce 30% no mercado de locação e 14% no de compra. O crescimento é impulsionado por mudanças de vida típicas do período, como novos empregos, reorganização familiar e planejamento de médio prazo.

Esse desequilíbrio positivo entre oferta e demanda, segundo o DataZAP, se reflete diretamente no desempenho dos anúncios. Conforme o levantamento, os imóveis anunciados no primeiro trimestre registram aumento médio de 36% na eficiência de geração de leads, indicador que mede o interesse efetivo dos usuários por anúncio.

 

Aluguel lidera ganho

Quando analisados separadamente, os mercados de compra e locação mostram dinâmicas distintas, mas igualmente favoráveis no começo do ano. Os anúncios de aluguel concentram o maior ganho relativo, com 35% mais cliques em comparação à média dos demais meses. Já no segmento de venda, os leads são 20% superiores.

Para Coriolano Lacerda, gerente de Inteligência de Mercado do Grupo OLX, o primeiro trimestre favorece não apenas a visibilidade do anúncio, mas toda a jornada de decisão do comprador. “Com menos concorrência, o anunciante consegue se posicionar melhor e iniciar a relação com o interessado mais cedo, aumentando as chances de fechar negócio ainda ao longo do mesmo ano”, afirma.

 

Conteúdo Promovido

Na prática, isso significa menor custo comercial para gerar atenção e maior probabilidade de conversão, em um momento em que o consumidor está mais aberto a decisões estruturais, como mudar de casa ou assumir um novo contrato de aluguel.

 

Segundo semestre

O cenário se inverte ao longo do ano. Entre agosto e outubro, o mercado atinge o pico de oferta, tornando-se mais competitivo. Historicamente, agosto lidera o volume de anúncios de venda, enquanto setembro concentra a maior oferta de imóveis para locação.

Nesse período, o aumento da concorrência dilui a visibilidade dos anúncios e reduz a eficiência. Para manter o mesmo nível de cliques e contatos observado no início do ano, os anunciantes precisam intensificar investimentos, ajustar preços ou ampliar esforços de divulgação, conforme o DataZAP.

 

Mesmo com o crescimento gradual da oferta no começo do ano, estimulado por campanhas sobre o “Melhor Mês para Anunciar”, o primeiro trimestre ainda apresenta o melhor equilíbrio entre oferta, demanda e performance, se consolidando como a principal janela estratégica para quem quer vender ou alugar imóveis com mais rapidez e menor concorrência segundo o DataZAP.

O estudo analisou o comportamento de anunciantes e usuários dos portais ZAP e Viva Real, do Grupo OLX, entre 2022 e 2025. Foram considerados indicadores como número de anúncios ativos, visualizações e usuários que demonstraram interesse efetivo em comprar ou alugar apartamentos.

 

Com informações de https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/ano-novo-casa-nova-primeiro-tri-concentra-melhor-epoca-para-vender-e-alugar-imoveis/

Anna França

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ABECIP VÊ 2026 COM OTIMISMO E ESPERA ALTA DE 16% NAS CONCESSÕES DE FINANCIAMENTOS https://dev.abcapartamentos.com.br/abecip-2026/ Wed, 28 Jan 2026 00:06:40 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=14499 Em 2025, as concessões cresceram 3% em relação ao ano anterior, mesmo com os juros em patamar alto.

 

A expectativa da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) sobre o financiamento imobiliário é de otimismo, com uma “expectativa de um crescimento considerável, mas muito atrelado a expectativa de baixa nos juros”, segundo Priscilla Ciolli, presidente da associação.

O otimismo da associação foi explicado pela expectativa de corte na Selic, hoje em 15%, para 12,25% até o fim do ano, que dará suporte a cortes nas taxas do financiamento imobiliário não subsidiado, isto é, alimentado com recursos que não o FGTS.

Segundo Ciolli, a expectativa positiva para 2026 também é alimentada pela liberação do compulsório, de aproximadamente R$ 38 bilhões, que foi fundamental para um ganho de fôlego. “Contudo, essa proposta depende mais de recursos livres do que subsidiados, ou seja, depende muito de queda de taxa de juros, se não não o mercado não será capaz de operar com juros abaixo de 12%, que é o teto estipulado pela nova política habitacional”, explicou.

A Abecip estima aumento de 16% nas concessões do financiamento imobiliário em 2026, para R$ 375 bilhões — os fundings via poupança (SBPE) devem crescer 15%, a R$ 180 bilhões; os recursos via FGTS, terão alta de 5%, para R$ 145 bilhões; e os recursos livres devem disparar 66%, para R$ 51 bilhões.

 

2025

Na visão da Abecip, o setor conseguiu reverter a expectativa negativa que havia no início de 2025, apoiado no mercado de trabalho aquecido, no crescimento do rendimento médio mensal do brasileiro e no bom desempenho dos financiamentos com FGTS –menos impactados pela Selic por terem taxas de juros definidas – mas ainda sofrendo com o acesso ao crédito limitado, sobretudo para a classe média.

 

Em 2025, as concessões de financiamento imobiliário cresceram 3% em relação a 2024, para R$ 324 bilhões. Os financiamentos com recurso de poupança caíram 13% no período, a para R$ 156 bilhões, enquanto as concessões via FGTS e funding livre subiram, respectivamente, 9% e 246%.

 

“A poupança naturalmente perde atratividade em períodos de altas taxas de juros, mas também há uma característica cultural: a população mais jovem tem preferido outros investimentos. Além disso, há muitos novos entrantes no setor financeiro que não trabalham com poupança”, explicou Ciolli, em coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (27), em São Paulo.

Ela ainda avaliou que, em 2025, o setor “cresceu, mas muito menos do que poderia ter crescido com juros mais baixos”.

 

Com informações de https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/abecip-ve-2026-com-otimismo-e-espera-alta-de-16-nas-concessoes-de-financiamentos/

Maria Luiza Dourado

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VITÓRIA DO CONSUMIDOR: STJ LIMITA A MULTA NA DESISTÊNCIA DA COMPRA DE IMÓVEL NA PLANTA https://dev.abcapartamentos.com.br/multanadesistencia-blog/ Thu, 16 Oct 2025 18:32:22 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=14321 Chega de Prejuízo Abusivo! Entenda a Decisão Histórica que Protege Você

Uma decisão super importante do Superior Tribunal de Justiça (STJ) acaba de mudar as regras do jogo no mercado imobiliário e trazer mais tranquilidade para quem compra um imóvel na planta.

Em resumo, o STJ deu uma vitória histórica aos consumidores e colocou um limite nas multas que as construtoras podem cobrar caso você precise desistir do negócio (o chamado “distrato”).

O que a Decisão do STJ Muda na Prática?

A partir de agora, se você precisar rescindir o contrato de compra de um imóvel na planta, as construtoras terão que seguir duas regras básicas:

  1. Retenção Máxima de 25%: A construtora só pode reter (segurar) um máximo de 25% de todo o valor que você já pagou. Os outros 75% devem ser devolvidos ao comprador.
  2. Devolução Imediata: A devolução desse dinheiro precisa ser feita na hora, e não apenas no fim da obra (como algumas leis permitiam antes).

Essa medida é vista como um grande passo para restabelecer o equilíbrio entre compradores e grandes empresas.

Por Que a Decisão é Tão Importante?

Antes dessa decisão, o cenário era bem complicado para o consumidor.

  • A Lei do Distrato (Lei nº 13.786/2018) permitia que a construtora retivesse até 50% do valor pago.
  • Muitas empresas usavam esse teto de 50% como regra, fazendo com que o comprador perdesse metade (ou até mais!) do dinheiro, mesmo sem ter usufruído do imóvel.

Segundo especialistas em Direito Imobiliário, a decisão do STJ reconhece que o Código de Defesa do Consumidor (CDC) deve sempre prevalecer, pois você não pode sofrer perdas “substanciais” e injustas.

Lembre-se: Quem compra na planta está, na verdade, financiando a obra. Não é justo perder tanto dinheiro quando a desistência ocorre, na maioria das vezes, por problemas sérios (como desemprego ou dificuldade financeira).

O Que Fazer se a Construtora Não Cumprir?

Essa decisão do STJ cria uma jurisprudência sólida, ou seja, ela serve de forte base para todos os juízes em instâncias inferiores.

Se você estiver passando por um distrato, a orientação é:

  1. Não Assine Acordos Prejudiciais: Se a empresa se recusar a devolver pelo menos 75% do que você pagou, não assine nenhum acordo.
  2. Procure um Advogado: Caso não haja negociação amigável, procure um especialista em Direito Imobiliário. Com a nova decisão do STJ, as chances de ter seu direito garantido na Justiça são muito maiores.

Essa nova regra traz mais segurança jurídica para todos e força o mercado a ser mais justo e previsível, ainda há a lei do distrato que permite os 50% o mais indicado é tentar um acordo amigável.

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MUDANÇAS NO RELATÓRIO DO BANCO CENTRAL FACILITAM O CRÉDITO? ENTENDA O QUE MUDA! https://dev.abcapartamentos.com.br/relatorio-bacen/ Tue, 22 Jul 2025 00:45:49 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=14216 Se você já teve seu financiamento negado, provavelmente ouviu falar do Relatório de Empréstimos e Financiamentos (SCR) do Banco Central. Muitas vezes, ele era o grande vilão por trás da reprovação do seu crédito, especialmente em instituições como a Caixa Econômica Federal.

Antes, os motivos mais comuns para a negativa eram:

  • Pendências no nome (SPC/Serasa).
  • Alto comprometimento de renda com cartões de crédito, empréstimos ou financiamentos de veículos.

E aqui entrava um grande problema: mesmo que você negociasse uma dívida e conseguisse um bom desconto para quitá-la, a instituição credora registrava essa quitação parcial na coluna de “Prejuízo” do SCR. Isso significava que, para o sistema bancário, você ainda era visto como um “mau pagador”, e esse registro dificultava a obtenção de novos créditos, como um financiamento imobiliário.

 

A Boa Notícia: A Coluna “Prejuízo” do SCR Não Existe Mais!

A partir deste mês, essa coluna específica que impedia seu acesso ao crédito foi removida do SCR. Isso significa que, mesmo que você negocie e pague uma dívida com desconto, a instituição não poderá mais registrar essa quitação parcial como “prejuízo” no Banco Central, impedindo que outros bancos te neguem crédito automaticamente por esse motivo.

Importante: Você ainda pode ser penalizado pela instituição onde a dívida ocorreu, o que é conhecido como “negativação interna”. Os efeitos práticos dessa mudança ainda serão observados no mercado.

 

Por Que Essa Mudança Ajuda a Conseguir Crédito?

Sabemos que essa alteração será de grande ajuda para quem busca crédito! Antes, o relatório do Banco Central podia levar até três meses para ser atualizado após a quitação da dívida. Durante esse período, você ficava de mãos atadas, perdendo oportunidades de compra. Além disso, a “marca” de uma dívida com acordo podia permanecer visível por anos.

Com essa mudança, espera-se que o acesso ao crédito seja menos burocrático para quem regularizou suas pendências financeiras.

Atenção: Essa novidade não é um convite para gastar sem controle! Pagar dívidas com acordo e se livrar do registro de “prejuízo” é uma ótima notícia, mas isso não garante crédito imobiliário fácil para quem tem um histórico de mau pagador. A disciplina financeira continua sendo crucial.

 

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TAXA DE EVOLUÇÃO DE OBRA DA CAIXA: ENTENDA DE UMA VEZ POR TODAS E EVITE SURPRESAS! https://dev.abcapartamentos.com.br/teo-oquee/ Wed, 09 Jul 2025 21:23:24 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=14120 Comprar um apartamento na planta é o sonho de muitas famílias. Mas, em meio à empolgação, surge um termo que pode gerar dúvidas: a Taxa de Evolução de Obra (TEO), também conhecida como “juros de obra”. Se você vai financiar seu imóvel pela Caixa Econômica Federal, é fundamental entender essa cobrança para evitar surpresas no seu orçamento.

Não se preocupe! A ABC Apartamentos está aqui para desmistificar a TEO e te ajudar a planejar suas finanças com segurança até a entrega das chaves do seu novo lar.

 

O Que É a Taxa de Evolução de Obra (TEO)?

A Taxa de Evolução de Obra é uma cobrança mensal feita pela Caixa Econômica Federal durante o período de construção do seu imóvel. Ela serve para remunerar o banco pelo dinheiro que ele está liberando progressivamente para a construtora continuar a obra.

Pense assim: Você comprou um apartamento na planta por R$ 300.000,00 e financiou R$ 240.000,00 pela Caixa. Enquanto o prédio está sendo construído, a Caixa não libera os R$ 240.000,00 de uma vez para a construtora. Ela libera o dinheiro aos poucos, conforme as etapas da obra avançam (fundação, estrutura, acabamento, etc.). A TEO é o valor que você paga pelo “juro” sobre a parte do dinheiro que o banco já liberou até aquele momento.

Vamos supor que a Caixa liberou 5% do valor do financiamento para a construtora, a Caixa vai te cobrar o juros proporcional dos 5% que foi repassado, o valor vai aumentando gradativamente a medida que a obra sobe, um bom norte é se basear na sua parcela , se sua parcela é 1500, os 5% seria R$ 75,00 de taxa de evolução de obras, podendo chegar a 100% do valor da parcela nos últimos meses de obra, não há uma tabela fixa ou pre determinada exata pois depende do andamento da obra.

 

Como a TEO é Calculada e Cobrada pela Caixa?

O cálculo da TEO é proporcional ao andamento da obra.

  1. Acompanhamento da Obra: O banco faz medições periódicas da evolução da construção (geralmente mensais).
  2. Liberação Progressiva: Com base nessas medições, a Caixa libera uma nova parcela do financiamento para a construtora.
  3. Cálculo da TEO: Você pagará juros sobre o total do valor financiado que já foi liberado até aquele mês.
    • Exemplo Simples: Se o banco já liberou 10% do seu financiamento no primeiro mês, você paga juros sobre 10% do valor total. No segundo mês, se liberou mais 5%, você paga juros sobre 15% do valor total, e assim por diante.
  4. Crescimento Progressivo: Por isso, o valor da Taxa de Evolução de Obra tende a aumentar a cada mês, até a conclusão da obra, pois o montante do financiamento liberado vai crescendo.

Importante: A TEO não abate o saldo devedor do seu financiamento. Ela é apenas um “juro de obra”. Você só começa a pagar as parcelas do seu financiamento (que amortizam o saldo devedor) após a entrega das chaves e a averbação do “Habite-se”.

 

Até Quando Você Paga a Taxa de Evolução de Obra?

Você paga a TEO desde a assinatura do contrato de financiamento com a Caixa até a entrega das chaves do apartamento e a averbação do “Habite-se” (documento que comprova que a obra foi concluída e está apta a ser habitada).

Após a averbação do “Habite-se”, o banco entende que a obra foi concluída e que o valor total do seu financiamento foi liberado para a construtora. A partir daí, a TEO deixa de ser cobrada, e você começa a pagar as parcelas normais do seu financiamento imobiliário.

 

Principais Dúvidas e Como Evitar Surpresas:

  • Atraso na Obra: O que acontece se a obra atrasar? Se a construtora atrasar a entrega, você continua pagando a TEO. Nesses casos, é fundamental buscar seus direitos, pois a cobrança de juros de obra após o prazo de entrega pode ser indevida, e a construtora pode ser responsabilizada caso passe o período máximo dos 180 dias além do prazo oficial de entrega.
  • Valor da TEO: Não há um valor fixo. Ele depende do valor do seu financiamento e do ritmo da obra
  • Minha Casa Minha Vida (MCMV) e TEO: Sim, os financiamentos do MCMV, Crédito Associativo ou SBPE também pagam a Taxa de Evolução de Obra, qualquer projeto que financie durante a obra com a Caixa. As regras são as mesmas.
  • TEO + parcela da construtora: Não esqueça que além da taxa de evolução de obras durante a obra você também paga a parcela da construtora, é sempre importante verificar se cabe no seu orçamento as duas parcelas. O Fluxo de pagamento da construtora muda de construtora para construtora de acordo com o projeto.

 

A Taxa de Evolução de Obra é uma realidade do financiamento na planta, mas não precisa ser um mistério ou motivo de preocupação excessiva. Com o planejamento correto e o acompanhamento de uma consultoria especializada, você pode se organizar financeiramente para essa fase.

Na ABC Apartamentos, nós te auxiliamos a:

  1. Simular todos os custos: Incluindo uma estimativa da TEO, para que você tenha uma visão clara do seu orçamento.
  2. Entender o cronograma de obra: Para prever o período de pagamento da taxa.

Não deixe que a Taxa de Evolução de Obras seja uma surpresa desagradável no seu caminho para a casa própria em Santo André. Fale com a ABC Apartamentos agora mesmo pelo WhatsApp (11 4251-0027)

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5 REGRAS IMPORTANTES DO MINHA CASA MINHA VIDA EM SANTO ANDRÉ: GUIA ESSENCIAL https://dev.abcapartamentos.com.br/5-regras-importantes-do-mcmv/ Mon, 07 Jul 2025 17:28:24 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=14116 Se você sonha em comprar seu apartamento pelo Minha Casa Minha Vida em Santo André – SP, é fundamental ficar por dentro de algumas regras cruciais. Conhecê-las de antemão pode fazer toda a diferença no seu processo de aprovação e evitar frustrações.

  1. Imóvel em Nome Próprio: Regras Claras

Para ser elegível ao programa Minha Casa Minha Vida, você não pode possuir um imóvel em seu nome.

  • Exceção: Se você tiver apenas uma pequena porcentagem (até 25%) de um imóvel registrado em seu nome, ainda é possível se enquadrar no programa. Acima dessa porcentagem, a regra muda.

E se eu tiver mais de 25% de um imóvel?

Nesse caso, seu financiamento migra para a modalidade SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo). A principal diferença é que as taxas de juros são mais altas, o que pode resultar em um valor de financiamento liberado menor e parcelas mensais mais elevadas.

  1. Renda Bruta Familiar: O Que a Caixa Considera

A renda que a Caixa Econômica Federal considera para o Minha Casa Minha Vida é a sua renda bruta, ou seja, o valor total do seu holerite antes dos descontos.

  • Para Autônomos e Pessoas Jurídicas (PJ): A renda aceita pela Caixa é aquela declarada no seu Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). Extratos de conta corrente ou declarações da sua empresa (PJ) não são válidos para essa comprovação no programa.

Atualmente, o Minha Casa Minha Vida contempla rendas familiares até R$ 12.000,00 e imóveis com valor de avaliação até R$ 500.000,00.

  1. Limitador de Renda da Prefeitura de Santo André (HIS)

Atenção especial a esta regra! Muitos projetos do Minha Casa Minha Vida em Santo André – SP possuem um limitador de renda local conhecido como HIS (Habitação de Interesse Social).

Essa é uma regra específica da Prefeitura de Santo André que precisa ser respeitada em determinados empreendimentos. Mesmo que o limite geral do Minha Casa Minha Vida seja de R$ 12.000,00, alguns prédios na cidade (cerca de 80% dos projetos do programa) só podem ser vendidos para quem tem renda familiar de até 6 salários-mínimos.

  1. Nome Limpo: Essencial para o Financiamento

Essa é a regra mais conhecida e inegociável: seu nome precisa estar limpo!

  • Qualquer restrição em órgãos de proteção ao crédito como Serasa, SPC ou outras instituições resultará na negação do seu financiamento. Não apenas a Caixa, mas qualquer banco não aprovará o crédito com restrições.
  1. Comprometimento de Renda: Cuidado com as Dívidas!

O comprometimento da sua renda com outras dívidas pode ser um grande obstáculo para a aprovação do financiamento.

  • Se você possui dívidas ou outros financiamentos (cartão de crédito com faturas altas, cartões de crediário, financiamento ou consórcio de carro, moto, etc.) que comprometem mais de 30% da sua renda bruta mensal, seu financiamento pode ser negado ou aprovado apenas parcialmente.

Sua Próxima Conquista Começa Aqui!

Entender essas regras é o primeiro passo para o seu sonho. Quer saber como elas se aplicam ao seu caso específico e qual apartamento do Minha Casa Minha Vida em Santo André é ideal para você?

Fale com a ABC Apartamentos! Nossa consultoria digital te ajuda a simular seu financiamento, analisar sua renda e encontrar as melhores opções que cabem no seu bolso.

 

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COM ALTA DA SELIC E QUEDA NA POUPANÇA, CAIXA ELEVA JUROS PARA COMPRA DE IMÓVEIS https://dev.abcapartamentos.com.br/alta-selic/ Wed, 08 Jan 2025 00:48:10 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=13432 Aumento da taxa varia de 1 a 2 pontos percentuais a depender da modalidade

A Caixa Econômica Federal anunciou um aumento nos juros do financiamento imobiliário com recursos da poupança. Desde o dia 2 de janeiro, as taxas subiram entre 1 e 2 pontos percentuais, variando conforme a modalidade de crédito.

Para operações no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), que financia imóveis de até R$ 1,5 milhão, as taxas passaram a considerar a Taxa Referencial (TR) acrescida de 10,99% a 11,49% ao ano. No caso do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), destinado a imóveis acima de R$ 1,5 milhão, os juros subiram para TR + 11,87% a 12% ao ano.

Até dezembro, os juros variavam de TR + 8,99% a TR + 9,99%, dependendo do enquadramento no SFH ou SFI.

Na linha de crédito Poupança Caixa, os juros eram a remuneração da poupança acrescida de 3,10% a 3,99% ao ano, mas agora variam entre 4,12% e 5,06% ao ano.

Essa mudança ocorre em um cenário de alta da taxa Selic, que chegou a 12,25% e pode atingir 14,25% até março. Além disso, há queda nos depósitos da poupança, uma das fontes mais acessíveis para financiamento habitacional.

Regras mais rígidas
No final do ano passado, a Caixa ajustou as condições de crédito no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), aumentando a entrada mínima de 20% para 30% do valor do imóvel. Também foram lançadas modalidades com juros atrelados ao CDI, impactados diretamente pela Selic.

Apesar do aumento, o programa Minha Casa Minha Vida, que beneficia famílias com renda de até R$ 8 mil e imóveis de até R$ 350 mil, não foi afetado.

Movimento do mercado
O aumento das taxas não é exclusivo da Caixa. Em 2024, bancos privados como Itaú e Santander iniciaram ajustes em seus financiamentos imobiliários, também devido à alta da Selic.

Com a Selic subindo de 10,50% para 12,25% e previsão de novos aumentos, a pressão sobre o crédito habitacional deve continuar.

Em nota, a Caixa declarou que a definição das taxas é baseada em “análise de fatores mercadológicos e conjunturais”, respeitando as condições prudenciais do mercado.

 

 

 

FONTE: EXAME – LER NA INTEGRA 
Agência de notícias

 

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COMO USAR O FGTS PARA COMPRAR UM IMÓVEL? SAIBA QUAIS SÃO AS REGRAS https://dev.abcapartamentos.com.br/fgts-como-usar/ Tue, 24 Sep 2024 19:53:56 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=13224 O FGTS só pode ser utilizado para compra de imóveis localizados em áreas urbanas e que sejam residenciais

 

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é um dos principais aliados de quem deseja comprar um imóvel no Brasil. Criado para proteger o trabalhador demitido sem justa causa, ele também pode ser utilizado em diversas situações, incluindo a aquisição da casa própria. No entanto, há regras específicas para o uso desse recurso. Vamos entender como você pode utilizar o saldo do FGTS para realizar o sonho da casa própria.

  1. Requisitos básicos para uso do FGTS na compra de imóveis

Antes de utilizar o FGTS para a compra de um imóvel, é necessário atender a alguns critérios estipulados pela Caixa Econômica Federal. Entre os principais requisitos, destacam-se:

  • Tempo de trabalho: o comprador precisa ter, no mínimo, três anos de trabalho sob o regime do FGTS, mesmo que não consecutivos.
  • Residência no imóvel: o imóvel adquirido com o FGTS deve ser destinado à moradia do titular. Ou seja, ele não pode ser usado para compra de imóveis comerciais ou para fins de investimento.
  • Imóvel residencial urbano: o FGTS só pode ser utilizado para compra de imóveis localizados em áreas urbanas e que sejam residenciais. Imóveis rurais não estão incluídos na regra.
  • Ausência de outro financiamento ativo: o comprador não pode ter outro financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) em nenhuma parte do território nacional.
  • Propriedade de imóvel: o trabalhador não pode ser proprietário de outro imóvel residencial no município onde pretende comprar o novo bem com o FGTS, nem em municípios vizinhos ou na mesma região metropolitana.
  1. Condições do imóvel para uso do FGTS

Além das condições relacionadas ao comprador, o imóvel também precisa atender a alguns critérios específicos para que o FGTS possa ser utilizado. Essas condições incluem:

  • Valor máximo do imóvel: o valor do imóvel não pode ultrapassar o limite estabelecido pelo SFH, que varia de acordo com o estado e a região. Esse limite deve ser verificado junto à Caixa, pois pode sofrer alterações periódicas.
  • Condições legais do imóvel: o imóvel deve estar em perfeitas condições de habitação e devidamente regularizado. Ele também não pode ter sido adquirido anteriormente com o uso do FGTS nos últimos três anos.
  • Imóveis novos ou usados: tanto imóveis novos quanto usados podem ser adquiridos com o uso do FGTS, desde que atendam às demais regras estabelecidas.
  1. Como utilizar o FGTS na compra do imóvel?

Existem três formas principais de utilizar o FGTS na compra de um imóvel:

  • Aquisição direta: o FGTS pode ser utilizado como parte do pagamento do imóvel, seja para complementar o valor da entrada ou para abater o saldo devedor no financiamento.
  • Amortização ou liquidação de saldo devedor: se o comprador já tiver um financiamento ativo, ele pode usar o saldo do FGTS para amortizar ou quitar a dívida do financiamento.
  • Pagamento de parte do valor das prestações: é possível usar o FGTS para pagar até 80% do valor das prestações do financiamento imobiliário, durante 12 meses consecutivos. Essa opção é interessante para quem deseja reduzir temporariamente o peso das parcelas no orçamento familiar.
  1. Passo a passo para usar o FGTS na compra do imóvel

O processo de utilização do FGTS para compra de um imóvel não é complexo, mas envolve algumas etapas. Veja o passo a passo:

  1. Verifique se atende aos requisitos: o primeiro passo é conferir se você e o imóvel cumprem todos os critérios exigidos pela Caixa Econômica Federal.
  2. Documentação: reúna toda a documentação necessária, como RG, CPF, comprovante de residência e certidão de estado civil. Além disso, o imóvel precisa estar com a documentação em ordem.
  3. Solicitação: procure a Caixa ou o banco onde o financiamento será feito e solicite o uso do FGTS para a aquisição ou amortização do imóvel. Será realizada uma análise para verificar se tudo está conforme as regras.
  4. Aprovação: se tudo estiver correto, o banco aprovará a utilização do FGTS, e o valor será destinado à compra ou abatimento das parcelas do financiamento.

Por que você precisa saber disso

O FGTS pode ser um grande facilitador na compra de um imóvel, mas é fundamental que o trabalhador esteja ciente das regras e condições para utilizá-lo. Além de garantir a moradia, o FGTS pode ajudar a reduzir as dívidas ou facilitar o pagamento das prestações. Por isso, é importante consultar a Caixa Econômica Federal ou o banco responsável pelo financiamento para tirar dúvidas e garantir que tudo seja feito de forma correta.

 

 

 

FONTE: EXAME – LER NA INTEGRA 
Agência de notícias

 

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QUAIS OS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA A VENDA DE UM IMÓVEL? https://dev.abcapartamentos.com.br/documentacao-importante/ Mon, 24 Jun 2024 20:28:45 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=13227 A venda de um imóvel requer uma série de documentos essenciais para garantir a segurança da transação

 

Vender um imóvel é um processo que exige atenção a diversos detalhes, especialmente no que diz respeito à documentação. Para garantir que a transação ocorra de maneira segura e sem imprevistos, é fundamental que tanto o vendedor quanto o comprador estejam munidos dos documentos necessários. Abaixo, confira uma lista dos principais documentos exigidos para a venda de um imóvel no Brasil.

Documentos do vendedor

Documento de identidade e CPF
O vendedor deve apresentar uma cópia de um documento oficial de identidade (RG, CNH ou passaporte) e o CPF. Se houver mais de um proprietário, todos deverão apresentar os mesmos documentos.

Certidão de casamento ou de união estável (se aplicável)
Caso o vendedor seja casado ou viva em união estável, será necessário apresentar a certidão de casamento ou a declaração de união estável. Se o cônjuge for co-proprietário, ele também deverá fornecer seus documentos de identificação.

Comprovante de residência
O vendedor deve apresentar um comprovante de residência atualizado, que pode ser uma conta de luz, água, telefone ou qualquer outro documento oficial com data recente.

Certidões negativas
São necessárias diversas certidões negativas para garantir que o vendedor não possui débitos que possam comprometer a venda do imóvel. Essas certidões incluem:

 

    • Certidão de protestos (mostra se há títulos protestados em nome do vendedor)
    • Certidão de ações cíveis (demonstra se há processos judiciais contra o vendedor que possam afetar o imóvel)
    • Certidão de ações trabalhistas
    • Certidão de ações fiscais federais (verifica possíveis débitos com a Receita Federal)

Documentos do imóvel

Matrícula atualizada do imóvel
Um dos documentos mais importantes no processo de venda é a matrícula atualizada do imóvel. Ela pode ser obtida no Cartório de Registro de Imóveis e contém todo o histórico do imóvel, incluindo quem são os proprietários, eventuais penhoras ou hipotecas, e se o imóvel está livre de ônus.

Certidão de ônus reais
Essa certidão é emitida pelo Cartório de Registro de Imóveis e demonstra se o imóvel possui algum ônus, como penhoras, hipotecas ou outros tipos de garantia que possam impedir sua venda.

Certidão de quitação de tributos municipais
A certidão de quitação de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) deve ser solicitada na prefeitura do município onde o imóvel está localizado. Ela comprova que não há dívidas relacionadas ao imposto sobre o imóvel.

Planta do imóvel aprovada pela prefeitura
Em casos de venda de imóveis novos ou recém reformados, a planta aprovada pela prefeitura pode ser solicitada, comprovando que o imóvel está de acordo com as normas vigentes.

Habite-se
O habite-se é um documento que comprova que o imóvel foi construído ou reformado de acordo com as exigências legais e está apto para ser habitado. Ele é emitido pela prefeitura e geralmente é necessário em imóveis novos.

Certificado de quitação de débitos condominiais (se aplicável)
Se o imóvel for um apartamento ou fizer parte de um condomínio, é necessário apresentar um documento que comprove que não há débitos de condomínio pendentes. Essa certidão é emitida pelo síndico ou pela administradora do condomínio.

Procedimentos adicionais

Além dos documentos mencionados, é importante que o vendedor consulte um advogado ou especialista em transações imobiliárias para garantir que todos os documentos estão em ordem e que o processo de venda seja concluído sem complicações. A falta de algum desses documentos pode atrasar ou até inviabilizar a venda do imóvel.

 

 

FONTE: EXAME – LER NA INTEGRA 
Agência de notícias

 

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MERCADO IMOBILIÁRIO DEVE SEGUIR CRESCENDO EM 2024 https://dev.abcapartamentos.com.br/mercado-imobiliario-2024/ Sat, 08 Jun 2024 22:01:46 +0000 https://abcapartamentos.com.br/?p=12469 A redução da taxa Selic tem impacto na melhora das vendas, na retomada das margens e na geração de caixa do setor imobiliário.

A Selic, taxa básica de juros, iniciou em 2023 um ciclo de queda e chegou ao seu menor patamar em dois anos: 10,75% ao ano. Para o fim de 2024, a expectativa do mercado é que a taxa básica de juros chegue a 9% ao ano. Principal instrumento de controle da inflação, a Selic afeta o mercado como um todo. Com a redução da taxa, o crédito fica mais barato, impactando o consumo, o acesso ao crédito por parte de pessoas físicas e jurídicas e os indicadores econômicos.

 

A redução da taxa tem impacto na melhora das vendas, na retomada das margens e na geração de caixa do setor imobiliário. Especialistas apontam um novo boom imobiliário no país, especialmente na cidade de São Paulo, com opções para todos os tipos de investidores. Levantamentos apontam para a entrega de 818 mil condomínios na cidade, praticamente o dobro do registrado em 2023

 

 

FONTE: TERRA – LER NA INTEGRA 
Agência de notícias

 

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